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TRILHA 1

🧬 Anatomia

O que diferencia um agente agentic de um chatbot tradicional. Os 5 pilares que sustentam qualquer agente sério e o loop ReAct que faz tudo girar.

3
Módulos
18+
Tópicos
~2h
Duração
Básico
Nível

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

1.1~40 min

🤖 O que é um agente agentic

Por que "chatbot que responde" ficou obsoleto e o que muda quando o bot age.

O que é:

Chatbot devolve texto. Agente decide e executa ações no mundo real (banco de dados, API, WhatsApp).

Por que aprender:

Quem confunde os dois vende projeto errado e frustra o cliente em 2 semanas.

Conceitos-chave:

FAQ-bot, agente reativo, autonomia, side effects.

O que é:

O modelo escolhe a próxima ação a partir do contexto. Não é fluxo de decisão estático.

Por que aprender:

Você para de programar IFs e passa a desenhar capacidades.

Conceitos-chave:

Reasoning, planejamento, escolha de tool.

O que é:

Buscar no CRM, agendar, mandar mensagem, gerar boleto. Ações com consequência.

Por que aprender:

É o que justifica o custo do agente. Sem ação = chat caro.

Conceitos-chave:

Tool calling, function calling, idempotência.

O que é:

Agente decide o "como", você define o "o quê" e o "até onde". System prompt + permissões.

Por que aprender:

Sem guardrails, o agente reembolsa cliente errado e te tira do mercado.

Conceitos-chave:

Escopo, escalonamento humano, kill switch.

O que é:

Janela de contexto + memória persistente (CRM, BD) injetada por custom fields.

Por que aprender:

Agente sem memória repete pergunta e perde lead.

Conceitos-chave:

Context window, short-term, long-term, custom fields.

O que é:

Taxa de resolução, intents não resolvidos, tempo até conversão, custo por sessão.

Por que aprender:

"Está funcionando" não é métrica. Sem dado, ajuste vira chute.

Conceitos-chave:

CSAT, deflection rate, fallback rate, custo/sessão.

1.2~50 min

🏛️ Os 5 pilares

Todo agente decente é feito de prompt, conhecimento, tools, intents e settings. Quem cobre os 5 entrega; quem pula um, refaz.

O que é:

A "constituição" do agente: personalidade, tom, regras invioláveis, formato de resposta.

Por que aprender:

90% dos problemas de qualidade são resolvidos refinando o prompt.

Conceitos-chave:

System prompt, persona, regras, formato.

O que é:

Tudo que o agente precisa saber sobre seu negócio. Vetorizado e consultado sob demanda.

Por que aprender:

Sem conhecimento, o LLM alucina sobre seu produto.

Conceitos-chave:

RAG, embeddings, vector store, chunking.

O que é:

buscar_imoveis(), agendar_visita(), enviar_whatsapp(). Cada tool é uma capacidade.

Por que aprender:

Tools transformam chat em produto.

Conceitos-chave:

Function calling, schema JSON, descrição, parâmetros.

O que é:

Log do que o bot não soube tratar. Vira lista priorizada de novas tools ou docs.

Por que aprender:

Onde o bot falha hoje é onde sua próxima feature mora.

Conceitos-chave:

Fallback, log, clustering de dúvidas, priorização.

O que é:

Escolha de modelo, tamanho de contexto, custo máx, custom fields que injetam dados do cliente.

Por que aprender:

Settings ruins fazem agente bom parecer ruim (e custar caro).

Conceitos-chave:

Modelo, temperatura, tokens, custom fields.

O que é:

Cliente fala → prompt+custom fields entram → bot consulta conhecimento → chama tool → responde.

Por que aprender:

Ver o fluxo integrado evita "consertar" um pilar quando o erro está em outro.

Conceitos-chave:

Pipeline, orquestração, debug por camada.

1.3~40 min

🔁 Loop ReAct: ouvir, pensar, agir

O padrão Reasoning + Acting que faz o agente girar. Sem ele, é só prompt-chamando-prompt.

O que é:

Mensagem do usuário entra junto com histórico e custom fields.

Por que aprender:

Quem ouve mal age errado. Contexto pobre = decisão pobre.

Conceitos-chave:

Intent, contexto, histórico, normalização.

O que é:

O LLM analisa: preciso responder direto? preciso de tool? qual?

Por que aprender:

É aqui que o agente decide. Quem entende isso debuga em minutos.

Conceitos-chave:

Chain-of-thought, planning, tool selection.

O que é:

Chamada da função, recebimento do resultado, formatação para o usuário.

Por que aprender:

A ação é onde o valor aparece — e onde o bug aparece.

Conceitos-chave:

Function call, payload, retorno, formatação.

O que é:

Agente chama tool, vê resultado, chama outra. Várias rodadas até resolver.

Por que aprender:

Tarefas reais raramente cabem em 1 chamada.

Conceitos-chave:

Multi-turn, observation, max iterations.

O que é:

Resposta final, max iterations, erro, escalonamento humano.

Por que aprender:

Sem parada, agente vira fatura impagável de tokens.

Conceitos-chave:

Stop, budget, escalation, timeout.

O que é:

Logs de cada passo: input, reasoning, tool, output. Ler como detetive.

Por que aprender:

Quem não lê trace, "tunes prompt" no escuro.

Conceitos-chave:

Trace, span, observability, LangSmith/Helicone.

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